quarta-feira, 18 de abril de 2018

ANIMAIS - Gifs Phynos



"Tá se divertindo às minhas custas, é?"


"Tu é muio parça, véio!"


"Acordo ou não acordo?"


"Eu te amo! Ai, que vergonha..."


"Radical!"


"Acaba com ele! Isso! Na cara! Na cara!"


"Meu deus, vocês são muito fofos!"


"Licença aí..."


"Tô soninho..."


"Caraio, que droga é essa? Tô muito loco!"


sábado, 7 de abril de 2018

DITADOR SUPREMO - 1 de 5

Quando for Ditador Supremo, meus monstros terão armas tão bacanas quanto a de meus inimigos. 


100 Coisas que eu faria se me tornasse Ditador Supremo

Escrito e compilado por Peter Anspach

1. Minhas Legiões de Terror  terão capacetes com visores de plexiglass, nada daqueles elmos que cobrem o rosto todo.

2. Meus dutos de ventilação serão estreitos demais para que alguém possa rastejar por dentro deles.

3. Meu nobre meio-irmão do qual usurpei o trono será morto, nada de mantê-lo aprisionado anonimamente em uma cela esquecida de meu calabouço.

4. Fuzilamento não é "bom demais" para meus inimigos.

5. O artefato que é a fonte de meu poder não será guardado na Montanha do Desespero além do Rio de Fogo vigiado pelos Dragões da Eternidade. Vai ficar trancado no cofre do banco. O mesmo se aplica aos objetos que são minha única fraqueza.

6. Não vou ficar me gabando diante da derrota de meus inimigos antes de matá-los.

7. Quando eu capturar meu adversário e ele perguntar: "Olha, antes de você me matar, pode pelo menos me explicar o porquê de tudo isso?" Eu vou responder "Não." e dar um tiro nele. Pensando melhor, eu vou atirar nele primeiro e depois dizer "Não."

8. Depois de raptar a linda princesa, irei casar com ela imediatamente em uma discreta cerimônia civil, nada de um espetáculo pomposo daqui há três semanas enquanto eu coloco em prática a última fase do meu plano.

9. Não incluirei um mecanismo de auto-destruição a não ser que absolutamente necessário. Se for necessário, não será um enorme botão vermelho escrito "Perigo! Não Toque!" O grande botão vermelho marcado "Não Toque!" irá disparar uma rajada de balas em qualquer um estúpido o suficiente para tocá-lo. Da mesma forma, os botões de LIGA/DESLIGA não serão etiquetados dessa forma.

10. Não vou interrogar meus inimigos dentro do meu covil, um pequeno hotel fora de minhas fronteiras vai servir bem pra isso.


Meu súditos sofrerão lavagem cerebral através da mídia para odiarem meus inimigos. 

11. Eu contratarei um Desenhista de Moda para criar uniformes originais para minhas Legiões do Terror, ao contrário de de um vestuário barato que iria fazê-los parecer com soldados nazistas, legionários romanos ou uma horda de mongóis selvagens. Todos foram derrotados anteriormente e eu quero que minhas tropas tenham um pensamento mais positivo.

12. Não importa o quão tentado eu fique com a perspectiva de poder ilimitado, eu não vou consumir um campo de força maior do que minha cabeça.   

13. Manterei um depósito especial com armas simples e treinar minhas tropas para utilizá-las. Desta forma, mesmo que o herói neutralize meu gerador de força ou consiga inutilizar todas minhas armas energéticas, minhas tropas não serão arrasadas por um punhado de selvagens armados com pedras e lanças.

14. Manterei uma estimativa realista de meus pontos fracos e fortes. Mesmo que isso tire um pouco da graça do trabalho, pelo menos eu nunca vou dizer “Não, não pode ser! EU SOU INVENCÍVEL!!!” (Depois que se diz isso, a morte é geralmente instantânea.)

15. Não importa quão boa ela funcione, nunca construirei qualquer tipo de maquinário que seja completamente indestrutível, exceto por aquele pedaço vulnerável virtualmente inacessível.

16. Não importa quão atraentes certos membros da rebelião sejam, certamente há mulheres tão atraentes quanto e que não estejam desesperadas para me matar. Assim sendo, pensarei duas vezes antes de mandar escoltar uma prisioneira aos meus aposentos particulares.

17. Nunca construirei apenas uma versão de algo importante. Todos os sistemas importantes terão painéis de controle e geradores duplos. Pela mesma razão, vou andar sempre com duas armas o tempo todo.

18. Meu monstro será mantido em uma gaiola segura da qual ele não poderá escapar e na qual eu não poderei cair acidentalmente.

19. Me vestirei em cores brilhantes e alegres, confundindo meus inimigos.

20. Todos os feiticeiros gagos, escudeiros desastrados, bardos sem talento e ladrões covardes serão preventivamente executados. Meus inimigos certamente desistirão e abandonarão de sua missão se eles não tiverem companheiros que lhe deem alívio cômico.


Esta Lista do Ditador Supremo tem Copyright de 1996-1999 de Peter Anspach. Se gostou, fique à vontade para passar adiante ou postar onde quiser, contanto que (1) ela não seja modificada e (2) esta nota de copyright esteja anexada.
Tradução: Jerri Dias

domingo, 25 de março de 2018

BATMAN PHYNO



E se a WARNER resolvesse fazer como a MARVEL e mostrasse o Batman sem máscara nos posters?
Porque parece que a Marvel acha que a nerdaiada gosta mesmo é de ver a cara dos atores e não os supers de uniforme completo.










sexta-feira, 16 de março de 2018

PERSONALIDADES EXTREMAMENTE ESQUIZOFRÊNICAS - O FOLHETIM - Capítulo 20

"Sou o melhor detetive alcoólatra desta cidade fedida."

De Jerri Dias e Drégus Oliveira

CAPÍTULO 20
DE UM CERTO DETETIVE


Meu nome é Philip Packard. Na verdade, não é. Eu mudei para esse nome por motivos profissionais. Sou um detetive particular. Minha base de operações é Porto Alegre. Eu gosto daqui.

Aquela era uma manhã comum. Ela seria seguida por uma comum hora do almoço e uma tarde comum. Um entardecer comum. Um início de noite comum. Mas depois eu daria uma puta festa e pela meia-noite isso aqui vai ter multidões dançando, bebendo e se drogando. Excelente. Eu estava ansioso e olhava para o relógio a cada trinta e cinco segundos.

Então senti uma sensação estranha e desagradável, como se estivesse sendo vomitado pelo olho de um canguru jamaicano do espaço. Logo passou.

(Alex disse:
— Quel! Não deu certo. Vamos tentar de novo, mais tarde.)

Era uma da manhã e meu apê estava cheio de gente. Vários bêbados, vários chapados, vários ligados, quase todo mundo dançando. Especialmente os bêbados, os chapados e os ligados. Apesar de no meu stereo estar tocando “Fuckin' Hostile”, do Pantera, eu estava dançando agarrado e lentinho com um avião de nome Denise.

“FUCKIN' !!! FUCKIN' !!! FUCKIN' !!! FUCKIN' HOSTILE!!!”, berrava Phil Anselmo anunciando o fim da música. Aos primeiros sons de “Song 2”, Denise me pediu pra preparar uma bebida e completou dizendo que iria me esperar no quarto. Obedeci como um cachorrinho. Pelo menos a primeira parte. Ao encher o segundo copo de tequila, senti a mesma sensação esquisita da manhã, só que pior. Mas, dessa vez, quando passou, a minha cozinha tinha desaparecido. Em seu lugar estava algo que parecia um misto de laboratório e câmara de torturas. Lá, dois caras parecidos, apesar de uma visível diferença de idade, e um outro com a cara do Malcolm McDowell davam risadas contentes. Não era difícil compreender o motivo de tanta faceirice.

Eu mesmo.


Continua...